Caricatura - Ser Metamorfose... - Tipo 5

Um peixinho que se esconde nas rochas e fica observando, fica lá até perceber se o território é bacana, se as pessoas são legais, se vale a pena se aventurar no meio dos outros outros seres.

Então ele vai e se lança no perigo,  mas sempre com medo de morder alguma isca.  Se sente seguro e querido desabrocha como uma flor,  mostrando toda sua delicadeza, beleza e fragilidade, sem se preocupar com nada, só no aqui e agora.

Pode se transformar em uma aranha (combinando força e suavidade), enquanto tece sua teia, tece realidades.  Tem o poder de criar o que acontece na sua vida mas sem perceber tem atitudes e escolhas que talvez não a levaram a bons caminhos.

Então sabe que precisa aprender a criar e viajar conscientemente através de suas criações.

Se transforma também em uma pantera negra, solitária, que precisa ouvir mais sua intuição. Pode se mover graciosamente em qualquer situação, mas também pode congelar.  O dom da pantera é o silêncio, mas sabe quando se fazer ver quando quer ser notada e como se esconder quando não quer ser vista.

Entra na escuridão, acolhe enfrenta a noite escura com coragem em busca da luz.  A Pantera Negra tem uma energia feminina, lustrosa, suave e sensual.

É capaz de rugir forte,  um rugido profundo, que sai das suas entranhas, mas é muito raro.

É leal e faz de tudo por quem ama e confia...


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Caricatura O Caracol Aventureiro - Tipo 5

Na maioria das vezes gosto de ficar na minha concha.

Acredito que se não incomodar ninguém, tudo ficará bem.

A minha concha é maravilhosa pois nela tenho tudo que preciso, ou quase tudo.

Ela me protege porque lá fora é muito perigoso. Não sei muito bem como é o mundo, só sei que é perigoso. Então, tenho e levo algumas coisas  guardadas comigo. Elas são o suficiente. Mesmo que eu precise de algo mais, não importa porque tenho segurança.

As vezes minha concha é pesada: machuca meu corpo e coração, me sufoca. Tenho vontade de chorar mas tudo bem...eu tenho a concha como abrigo.

As vezes queria encontrar outro caracol, quem sabe dividir o peso que carrego...mas com certeza ele deixaria cair minha preciosa concha, não confio....mas tudo bem, eu ainda tenho minha imaginação.

As vezes dou uma saidinha. Meu coração logo acelera, não consigo falar muito, eu paralisou.

Alguns confundem isso com timidez....

Aí eu volto Rapidão pra minha concha.

“Ufa, estou a salvo novamente”

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